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| OTAN bombardeia bases do Estado Islâmico na Síria (Kobani) |
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os dias atuais é muito difícil fugir à pauta imposta pela
chamada mídia corporativa, associada ideológica do imperialismo ianque, a qual vem
nos últimos meses dando destaque em seus jornalões impressos, virtuais e na Tv
aos “bárbaros crimes” provocados pelo Estado Islâmico (ISIS). É NECESSÁRIO QUE
TENHAMOS A CORAGEM DE ROMPER COM O SENSO COMUM IMEDIATO-IMPRESSIONISTA que a
todos impregna. Os alvos do EI são reféns americanos, britânicos e japoneses
“decapitados”, um piloto jordaniano da OTAN “queimado vivo”, execuções
coletivas de cristãos egípcios etc., toda essa barbaridade denunciada por ninguém
menos do que organismos vinculados diretamente à Casa Branca e à ONU, ambas
sedes das mais autênticas organizações terroristas existentes em todo o
planeta. Claro está o caráter reacionário das direções teocráticas, mas
objetivamente elas se voltam contra seus criadores como foi o caso da Al Qaeda,
organizada e financiada pelos Estados Unidos para combater o Exército Vermelho
no Afeganistão na década de 80, Saddam Hussein para atacar a Revolução Iraniana
e agora o EI que tinha como objetivo derrotar o governo de Bashar Al Assad na
Síria como contraponto militar ao Hezbollah e ao Hamas, para o quê recebera
grandes aportes financeiros e logísticos das grandes potencias ocidentais, a
fim de atingir a Rússia. De Bush a Obama, Iraque, Afeganistão, Síria, Irã e
Coreia do Norte são os chamados “eixos do mal” e alvos iminentes da
contrarrevolução mundial. Por outro lado, dirigentes do EI afirmaram que por
enquanto não irão se confrontar com o Estado de Israel: “A maior resposta a
esta pergunta é o Alcorão, onde Allah fala sobre os inimigos - os próximos dos
muçulmanos que se tornaram infiéis, pois eles são mais perigosos do que aqueles
que já foram infiéis” http://en.shiapost.com/2014/07/12/allah-has-not-ordred-us-to-fight-against-israel/
). Os nazi-sionismo já traçaram uma linha de defesa militar em seu território,
a “Operação Linha Defensiva”, o que só serviu para apertar o cerco à
resistência palestina.

